Saudade

Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já…

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida…

Saudade é sentir que existe o que não existe mais…
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam…

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

Pablo Neruda

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Amor, Felicidade, Fé, Emoção e Vida

Ontem a Kakau (veja a história de como ela virou uma GRANDE amiga aqui) pediu que eu falasse o que penso sobre essas 5 palavras (ou conceitos). Como eu AMEI a idéia, resolvi fazer um post a respeito. Já aviso que eu estou escrevendo direto no blog, então o que sair, saiu!

 

AMOR:

pra mim é a força que move o mundo. Apenas isso. Eu tento viver o amor a cada minuto, tento olhar com amor para o mundo, para as pessoas e isso faz com que eu tente entender (na maioria das vezes) as pessoas. Eu acho que o amor é uma lente e a partir do momento que você passa a ver o universo com essa lente, tudo ganha sentido, você passa a fazer parte de um todo, você se une aos outros seres humanos que estão de carona nesse pedaço de pedra que a gente chama de Terra.

 

FELICIDADE:

penso que a felicidade seja um meio, NUNCA um fim. Ao contrário do que os desenhos da Disney nos fizeram pensar, a felicidade não está no final, no “Felizes para sempre”, que presume uma pós-vida no paraíso onde a felicidade é eterna. Eu acho que as pessoas que vivem sob essa lente do amor sabem que a busca pela felicidade é diária, sabem que somos felizes quando somos parte desse todo e que as coisas JAMAIS vão ser perfeitas, mas isso não impede de encontrar a felicidade nas coisas como elas são (e a partir daí, com a alegria e amor, tentar melhorar o que não estiver perfeito). Eu SEI que eu nunca vou ser feliz, porque eu já sou!

 

FÉ:

a minha primeira reação ao ver essa palavra é “não tenho”, e é verdade. Esse conceito de fé não faz muito sentido para mim, pelo menos não a fé religiosa, porém pensando um pouquinho mais profundamente sobre o assunto eu tenho sim algumas fés (sei lá se tem plural essa palavra… rs). Assumindo que a Fé seja uma crença em alguma coisa que não possua evidência para suportar essa crença. Eu tenho fé nas pessoas, acredito em suas intenções até que me provem contrário. Acredito no trabalho duro. Acredito no estudo e na prática que levam à perfeição (isso vale para qualquer área do conhecimento, mas também vale para levar a vida com Amor).

 

EMOÇÃO:

não sei se eu entendo direito o conceito por trás dessa parte, mas vamos ver o que sai… rs. A forma que eu encontrei de viver do Amor, de buscar a Felicidade todo dia é justamente a Fé nas pessoas e a simplicidade das emoções. Se eu estou feliz eu vou dizer, se eu te amo, eu vou dizer, se eu não estou gostando, eu vou dizer… mas além de dizer tudo isso, eu vou DEMONSTRAR isso. Os sentimentos transbordam, eu não sei (e nem quero) esconder o que sinto. A vida fica mais simples, mais fácil (às vezes dóis mais, mas SEMPRE vale a pena).

 

VIDA:

eu decidi que vou viver para sempre. E só há UMA maneira de fazer isso: deixar um legado. Cada história que eu conto com meu trabalho, cada sorriso, cada lágrima de felicidade é sim um pouquinho de mim que vai viver enquanto aquele álbum viver. Cada pessoa que cruza meu caminho, cada vez que eu consigo tocar alguém, fazer alguma coisa boa para alguém, essa pessoa vai carregar um pouquinho de mim pra sempre, talvez essa pessoa passe para seus filhos, para seus conhecidos o que eu dei a ela. Se eu conseguir espalhar esse amor e essa mudança, mesmo que pequenininha, por gente o suficiente, talvez e apenas talvez, eu consiga viver para sempre. Pra mim esse é o grande sentido da vida.

 

Eu sei que não é bem o tipo de texto que se espera de um ateu convicto e ranzinza, mas eu gosto desses contrastes da vida e gosto de ter esses contrastes aqui dentro!

carnaval, amor, amizade e afeto

Hoje vou contar uma história um pouco diferente, é uma história dessas de se contar em textos mesmo, não em imagens como eu sempre faço. Eu amo meu trabalho justamente porque ele me possibilita participar de projetos importantes e interessantes, conhecer pessoas e, além de contar, viver belas histórias.

A história de hoje começou no carnaval de 2016, mais precisamente no bloco da diversidade, onde estava fotografando para o projeto Diversidade e Afeto no Carnaval de SP.

Lembro que dentre vários casais que fotografei aquele dia, um me chamou a atenção: eram duas moças lindas, completamente apaixonadas, tão perdidas em seu universo particular que o mundo nem existia fora dos seus olhares. Eu achei aquilo tão bonito e fui lá fotografar, mas eu acabei interferindo. Elas me viram e posaram para a foto.

 

Então eu pedi que voltassem a se beijar e aí fiz essa foto:

 

Juro pra vocês, depois que fiz essa foto, tive vontade de ir embora, com aquele peito estufado de “missão cumprida”. É engraçado isso, às vezes a gente simplesmente sente que chegou no ponto alto, na melhor foto do dia. Para mim essa é sem dúvida nenhuma a melhor foto daquela tarde. Eu acho que uma das moças percebeu no meu rosto que a foto havia ficado boa e perguntou se ela tinha saído muito mal. Eu quase nunca faço isso, mas estava tão feliz com aquela foto que fui mostrar a elas. Depois disso ainda fiquei lá fotografando mais umas 2 horas, e vida que segue.

Até que na madrugada de terça para quarta-feira (16/3/2016) recebo uma mensagem na minha fan page do facebook:

 

Como já dá para imaginar, a conversa foi madrugada adentro e eu estou realmente feliz pois ganhei, além de uma cliente, duas amigas queridas, lindas. Kakau e Fernanda são pessoas leves, doces, dessas que amam viver e inspiram o melhor na gente. E já temos vários projetos que vão acontecer em breve, portanto fiquem ligados, vocês ainda vão ver muito dessas duas moças por aqui!
Kakau eu ainda não imagino como você conseguiu me encontrar apenas lembrando do meu rosto, mas eu agradeço MUITO por não ter desistido. Nossa amizade ainda vai longe e vai render belíssimas fotos!!!

Moral da história, sabe quando você pensa “nossa, essa pessoa deve ser tão interessante” mas acaba indo embora sem perguntar ao menos o nome da pessoa? Pois é, não faça isso, a quantidade de oportunidades de conhecer pessoas incríveis, de ouvir histórias sensacionais que perdemos todos os dias é inimaginável.

Um brinde aos encontros que a vida proporciona, e que nós sempre facilitemos, pois eles valem a pena!

queermuseu | sobre liberdades e movimentos

ARQUIVO 12/09/2017 CADERNO2 / CADERNO 2 / C2 / USO EDITORIAL RESTRITO / A exposição Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, em cartaz no Santander Cultural até 8 de outubro, promove o questionamento entre a realidade das obras e o mundo atual. FOTO Fredy Vieira / SANTANDER CULTURAL

 

Tudo já foi amplamente dito e escrito sobre a exposição Queermuseu, censurada em Porto Alegre.

Apenas quero apontar que dentre todas as ironias e hipocrisias das falsas moralidades, as intenções ficam claríssimas quando um certo MOVIMENTO BRASIL LIVRE promove censura, mordaça e obscurantismo.

 

Acho que isso já diz tudo.

 

 

Para entender sobre o assunto:

http://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,exposicao-sobre-diversidade-sexual-e-cancelada-apos-repercussao-negativa,70001983960

http://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,museus-ja-adotam-autocensura-para-evitar-repeticao-do-caso-santander,70001990679

http://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,exposicao-suspensa-no-rs-pode-reabrir-em-belo-horizonte,70001990425

29 de fevereiro!

Hoje é um dia especial! Não por ser o primeiro dia da vida do Leonardo DiCaprio depois de ganhar um Oscar, mas por ser um dia a mais em um ano bissexto.

Mas tudo mundo aí tá manjando legal o que é um ano bissexto?

CLARO! A Terra demora 365 dias e 6 horas (365,25 em números decimais, que vão facilitar nossa vida daqui a pouco) para dar uma volta completa ao redor do Sol, isso faz com que tenhamos um “troco” de ano que ignoramos solenemente até o 4º ano (6h x 4 = 24h = 1 dia. ou em decimais: 0.25 x 4 = 1 dia) e aí colocamos esse dia de volta e todo mundo fica bem, certo? SIM!!! certíssimo, só que não.

Essa é a parte simples da explicação, mas tem uma parte BEM mais legal (uns vão chamar de chata, mas eu acho legal e o blog é meu, então dá licença).

 

Vamos lá:

Na verdade o período de rotação da Terra ao redor do Sol não é exatamente 365,25 dias é exatamente 365,2421891 (duração do ano Tropical, uma das formas de calcular o período orbital da Terra)

E é aí que começam os “pulos” de vai e vem do ano bissexto (em inglês é Leap Year, algo como “ano que pula” – um nome bem adequado, eu diria).

Para corrigir o “grosso” da coisa, 1 dia a cada 4 anos resolve o problema. Mas mesmo assim tem uma sobra. Um dia a cada 4 anos é colocar MAIS do que realmente precisaria, então os anos que marcam os séculos (a cada 100 anos) NÃO são bissextos (dá pra dizer que os anos que são divisíveis por 100 não são bissextos, como 1700, 1800, 1900 – nenhum desses anos foi bissexto, mesmo caindo 4 anos depois de um ano bissexto).

Mas tem mais! Agora essa correção do século deixou “faltando” um troco, então há mais uma regrinha: a cada 400 anos, o ano que marca o século É bissexto! Por isso o ano 2000 foi bissexto (e não apenas porque era divisível por 4).

O que não dá pra entender é que a regra oficial para por aí, mas ainda há um “troco” que poderia ser BEM corrigido se tivesse mais uma iteração: a cada 3200 anos retirarmos o ano bissexto. Aí sim teríamos uma conta perfeitinha (mas a galera ainda tem tempo até chegarmos ao ano 3200, e mesmo se perderem o bonde, o ano de 6400 vai demorar um tantinho a mais). segundo Phil Plait

 

Bom, resumindo (e simplificando):

Ano divisível por 4 = Ano bissexto (ex.: …, 1980, 1984, 1988, 1992, 1996, 2004, 2008, 2012, 2016, 2020, …)

Ano divisível por 4 e por 100 = Não bissexto (ex.: …, 1700, 1800, 1900, 2100, 2200, …)

Ano divisível por 4, por 100 e por 400 = Ano bissexto (ex.: …, 1600, 2000, 2400, …)

 

O que eu acho mais legal nisso, é que nós vivemos momentos únicos e especiais e às vezes nem nos damos conta. Um ano como o ano 2000 (ano que marca século mas é bissexto) só vai acontecer novamente no ano 2400, acho que ninguém que está lendo isso vai ter paciência para esperar até lá.

 

Nesse vídeo, Neil deGrasse Tyson explica direitinho (porém em inglês) foi minha principal fonte de pesquisa para esse post.

 

Matt Parker (aviso: Matt é matemático, então estejam cientes que vai doer… mas é engraçado – também em inglês)

ela e as estrelas

é oficial: estou apaixonado.
e como qualquer ser apaixonado, fico bobo
só que eu já sou bobo, então, me aguentem!

hoje ela disse que gosta de estrelas
vi estrelas brilhando em seus olhos
vi, no meio da madrugada, um céu lindo
sem Lua, só as estrelas, de presente pra ela
e ela, cada vez mais presente

estrelas_renata

vi até um meteoro, cortando o céu pertinho de Órion
nada como paixão, estrelas e estrela-cadente
para tentar fazer jus ao brilho dos olhos dela
hoje ela me disse que gosta de estrelas

hoje eu vi nela meu céu estrelado

meteoro
o meteoro, tímido e apressado não quis deixar seu rastro evidente na foto, mas no céu foi lindo e brilhante, e me deixou feito bobo (apaixonado) com um sorriso na boca e uma lágrima nos olhos.

 

 

Impostos

O ministro da fazenda Joaquim Levy disse recentemente que “Todo mundo está disposto a pagar um pouquinho mais de imposto” o que gerou uma avalanche de comentários na internet (leia-se textões no facebook) e ameaças de manifestações contra os tais impostos. Venho aqui deixar o meu textão (mas no meu próprio blog, pq sou dazelite.. ehehe)

Sim Sr. Ministro, eu compreendo que a situação das contas públicas está crítica, entendo que o Sr. não tem culpa nenhuma, que também está tentando controlar uma festa que já não tem mais ninguém se divertindo, mas todo mundo se recusa a ir embora. Por esses motivos tenho muita empatia pelo perrengue que o Sr. está passando e quero oferecer algumas sugestões de impostos. Tenho certeza que se todas essas contribuições forem aprovadas, cada brasileiro honesto vai pagar feliz seu “um pouquinho a mais de imposto” (mas duvido que vá precisar). Vamos lá:

IC: esse é o básico e o mais abrangente, assim como temos o IR (Imposto de Renda) o IC seria o Imposto sobre Corrupção. Qualquer corrupto ou corruptor que lucrasse com alguma negociação teria que recolher o imposto. Como o risco de sonegação é imenso, sugiro alguns impostos complementares.

ISM: Imposto sobre Sobrenome Maluf (precisa explicar?)

ICM: Imposto sobre Condenados do Mensalão

IC2CP: Imposto sobre Caixa 2 de Campanhas Políticas

CCFCOTM: Contribuição Compulsória sobre Formação de Cartel em Obras de Trens e Metrô (essa é uma Contribuição, pois o Estado de SP já lucrou demais com isso)

IAOLJ: Imposto sobre Acusados na Operação Lava a Jato

IZD: Imposto sobre Zé Dirceu (alíquota sugerida de uns 200%)

ICV: Imposto sobre Compra de Votos

CSSFOP: Contribuição Social sobre Super Faturamento em Obras Públicas

Até aqui tenho certeza que está todo mundo adorando, até balançando a cabeça né? Será que vamos concordar com os próximos?

ICG: Imposto sobre a Cervejinha do Guarda

IGTVC: Imposto sobre o Gato na TV a Cabo

IDTPCNH: Imposto sobre Despachante que Tira os Pontos da Carteira de Habilitação

IFF: Imposto sobre Fila Furada

IEVP: Imposto para Estacionamento em Vaga Preferencial

CPS5MFD: Contribuição Provisória sobre “Só 5 Minutinhos em Fila Dupla”

Mas acho que resumiria bem se tivéssemos um imposto único, o IFDP: sim, Imposto sobre Filhos da Puta

E aí? Concordam? Algum imposto a mais?

redução da velocidade média do raciocínio

UPDATE: Aqui uma opinião séria e com argumentos bem formados do jornalista e instrutor Tite Simões sobre a redução da velocidade máxima nas marginais

 

Acabei de ver esse vídeo lá naquela rede social toda azul e achei por bem tirar um pouco a poeira desse abandonado blog:

 

Tem algo estranho com a linha de pensamento dessa moça vamos lá:

Primeiro ela começa dizendo que apesar da redução da velocidade que já teve os acidentes continuam aumentando e depois ela rebate sua própria afirmação, dizendo que o número de acidentes aumenta pois tem mais carros na rua. Mas calma lá! Estamos falando de números absolutos? Porque o que ela disse só faria algum sentido se fossem números absolutos (número de acidentes, sem levar em conta nenhuma outra estatística). Não se faz estatística (e muito menos política pública) com base em números absolutos, eu não vi os estudos da prefeitura sobre esse assunto, mas medidas assim precisam se pautar em porcentagem de acidentes em relação à frota ou à população ou a qualquer outro prisma.

Segundo, esse comentário sobre as sinalizações de trânsito superfaturadas só se sustentaria se não existisse desgaste natural das placas e se as placas fossem únicas (com o nome da via escrito, por exemplo). Essas placas, muito provavelmente, são feitas em quantidades enormes, com todas as velocidades impressas e estocadas, para manutenção de rotina. É válido levantar a suspeita sobre o superfaturamento dessas placas da mesma maneira que é válido levantar a suspeita sobre superfaturamento de TUDO o que é pago com dinheiro público, mas daí a dizer que essa medida específica foi feita para enriquecer os cofres de campanha de qualquer partido chega a ser até fofinho.

Por último e não menos importante, vamos falar sobre a “indústria da multa”. Pobres motoristas sofrem tanta opressão só porque conseguiram comprar seu carro e agora não podem nem andar acima do limite de velocidade permitido, não podem tomar uma cervejinha antes de dirigir, não podem usar o corredor de ônibus nem a ciclofaixa, não podem fazer uma conversão proibida (rapidinho), não podem parar em fila dupla pra pegar as crianças no colégio e MUITO MENOS GRAVAR UM VÍDEO dentro do carro (eu sei que o carro tá parado, mas a ironia foi irresistível). Se as pessoas obedecessem às leis de trânsito 3 coisas aconteceriam: 1- morreria menos gente; 2- haveria menos congestionamentos (menos acidentes, menos conversões proibidas, menos filas duplas); 3- a indústria da multa iria à falência. Portanto, se você reclama da indústria da multa, saiba que é VOCÊ que a alimenta com sua falta de educação no trânsito. Simples assim.

Aliás, querer cometer infrações de trânsito e não querer ser punido por isso não é incentivar a impunidade? Dar uma caixinha pro guarda não multar não é corrupção? Será que não é a corrupção pequena que alimenta a grande corrupção? Sobre isso, deixo esse vídeo.

Acabei de ver mais um argumento hilário para falar mal dessa medida da prefeitura: que isso vai aumentar os congestionamentos!!! Queria tanto que todos os congestionamentos fossem causados pelo limite de velocidade! Imagina só, a 23 de maio LIVRE e os carros só se segurando para não passar do limite???? Que bênção né?

De qualquer forma eu também não gostaria que a velocidade nas marginais fosse reduzida, mas não vou criar teorias mirabolantes pra justificar minha opinião egoísta sobre isso. Eu não concordo simplesmente porque sempre achei uma delícia pegar a marginal pinheiros de motoca num domingão e dar uma bela esticada. Sentir o vento batendo no rosto e ser feliz. Talvez esteja faltando um pouco disso para as pessoas.

Antes que me acusem de PTralha mensaleiro maldito: vão morder seus pais na bunda.